terça-feira, 30 de agosto de 2011

What's new for 'cancer' in PubMed

Search cancer
Limits:Randomized Controlled Trial, All Child: 0-18 years

PubMed Results
Items 1 - 4 of 4

1.Randomized phase II study comparing gemcitabine plus dacarbazine versus dacarbazine alone in patients with previously treated soft tissue sarcoma: a Spanish Group for Research on Sarcomas study.
García-Del-Muro X, López-Pousa A, Maurel J, Martín J, Martínez-Trufero J, Casado A, Gómez-España A, Fra J, Cruz J, Poveda A, Meana A, Pericay C, Cubedo R, Rubió J, De Juan A, Laínez N, Carrasco JA, de Andrés R, Buesa JM; Spanish Group for Research on Sarcomas.
J Clin Oncol. 2011 Jun 20;29(18):2528-33. Epub 2011 May 23.
PMID: 21606430 [PubMed - indexed for MEDLINE]
Related citations
2.Role of chemoradiotherapy in intermediate prognosis nasopharyngeal carcinoma.
Xu T, Hu C, Wang X, Shen C.
Oral Oncol. 2011 May;47(5):408-13. Epub 2011 Apr 2.
PMID: 21459659 [PubMed - indexed for MEDLINE]
Related citations
3.Patient-reported Pediatric Quality of Life Inventory™ 4.0 Generic Core Scales in pediatric patients with attention-deficit/hyperactivity disorder and comorbid psychiatric disorders: feasibility, reliability, and validity.
Limbers CA, Ripperger-Suhler J, Heffer RW, Varni JW.
Value Health. 2011 Jun;14(4):521-30. Epub 2011 Apr 22.
PMID: 21315637 [PubMed - indexed for MEDLINE]
Related citations
4.[Immunophenotypic features in 143 cases of acute promyelocytic leukemia].
Sun HM, Qian SX, Wu YJ, Qiao C, Hong M, Fan L, Yang H, Zhang JF, Zhang SJ, Wu HX, Qiu HX, Lu H, Xu W, Sheng RL, Li JY.
Zhongguo Shi Yan Xue Ye Xue Za Zhi. 2009 Feb;17(1):176-9. Chinese.
PMID: 19236773 [PubMed - indexed for MEDLINE]
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sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Charlie and the Organ Factory - A Fantástica Fábrica de Órgãos

Fiction? Fact? Hearts and livers on a pharmacy shelf may be a long way from now, but some people are already living with lab made organs. Americans are living with lab-grown bladders and europeans have received implanted lab made tracheas. An article published on Science this week has revealed that US regulatory agency FDA has given the approval for a new trial in US that is going to implant tissue-engineered cardiac blood vessels in children with heart disease. Christopher Breuer, pediatric surgeon from Yale, one of the implants' developers, say that the first children to receive the implant in Japan have active, healthy lives. The extensive laboratory studies led by the group have underscored a surprisingly positive role of local inflammation in the formation of new vessels from the implant. The team uses a scaffold made of a biodegradable polyester tube, which they incubate briefly with a patient's bone marrow mononuclear cells. Preclinical experiments showed that the grafts soon formed a normal-looking blood vessel. Experiments so far have shown that the fate of the implanted cells is to completely disappear in a few days, but they somehow trigger the migration of cells to the implant and the formation of a new vessel with the host's cells. The scaffold degrades in a few months, leaving a new normal blood vessel, with no need for drugs as in conventional transplant or artificial implant techniques. Six patients will receive the new implants in this trial.
Read the complete Science article: http://bit.ly/pG4iIa

Ficção? Realidade? Corações e fígados em uma prateleira de farmácia podem estar bem distantes ainda, mas algumas pessoas já estão vivendo com os órgãos feitos em laboratório. Alguns americanos estão vivendo com bexigas cultivadas em laboratório e europeus receberam traquéias feitas laboratório. Um artigo publicado na Science desta semana revelou que o FDA,  agência reguladora dos EUA, deu a aprovação para um novo ensaio clínico que vai implantar  vasos sanguíneos cardíacos feitos por engenharia de tecidos em crianças com doença cardíaca. Christopher Breuer, cirurgião pediátrico da Universidade de Yale, um dos criadores dos implantes diz que "as primeiras crianças a receber o implante no Japão têm vidas ativas, saudáveis". Vários estudos de laboratório liderados pelo grupo têm ressaltado um papel surpreendentemente positivo da inflamação local na formação de novos vasos a partir do implante. A equipe usa um molde feito de um tubo de poliéster biodegradável, incubado brevemente com células tronco da medula óssea. Experimentos pré-clínicos mostraram que os enxertos logo formaram um vaso sanguíneo de aparência normal. Experiências até o momento têm demonstrado que o destino das células implantadas é desaparecer completamente em poucos dias, mas de alguma forma provocam a migração de células para o implante e a formação de uma novo vaso com células do hospedeiro. O molde degrada-se em alguns meses, deixando um vaso sanguíneo novo normal, sem necessidade de drogas como no transplante convencional ou técnicas de implantes artificiais. Seis pacientes receberão os novos implantes neste estudo.
Leia o artigo
completo da Science: http://bit.ly/pG4iIa

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Novidades na avaliação de neuro-imagens de tumores cerebrais

Um novo artigo de consenso recém-publicado na rede pelo jornal Neurosurgery traz uma nova proposta de critérios de resposta após cirurgia para tumores cerebrais. O trabalho reuniu grandes nomes da neurocirurgia e neuro-oncologia da América do Norte e Europa e se propôs a atualizar o conjunto de critérios universalmente aceito até hoje, chamado de "Critérios de McDonald". O grupo de trabalho, denominado RANO (Response Assesment in Neuro-Oncology) chegou a 4 recomendações, coletivamente chamados de "Critérios RANO":
1) Imagem (RNM) pós-operatória: para avaliação de tumores captantes de contraste, deve ser feita até, no máximo, 48h após a cirurgia, pois uma área de captação inespecífica perioperatória desenvolve-se após 48-72h do procedimento. Tumores sem captação de contraste devem ser avaliados pelas imagens em T2/FLAIR, até 12 semanas após a cirurgia, comparando-se com a imagem pré-operatória para ajudar a diferenciar edema peritumoral do tumor em si. A avaliação do cirurgião durante o ato operatório não é confiável para avaliação.
2) Imagem de difusão (DWI e ADC) deve ser realizada rotineiramente, de preferência nas primeiras 24-48h após o procedimento, para detectar áreas de isquemia perioperatória e ajudar a diferenciar futuras novas áreas de captação (as áreas de isquemia demonstram aumento de captação subsequentemente) de progressão verdadeira, nos primeiros 3 meses após a ressecção.
3) Os termos atualmente usados para descrever a extensão da ressecção devem ser modificados: os termos propostos são CRET (complete resection of enhancing tumor) e PRET (partial resection of enhancing tumor) para tumores captantes, CRDT (complete resection of detectable tumor) e PRDT (partial resection of detectable tumor) para tumores não captantes. Ainda não existem traduções padronizadas para outras línguas.
4) Avaliação da progressão da doença deve ser contextualizada pela extensão da ressecção e, ainda, pela realização de terapias locais, se aplicável. As terapias locais podem ser wafers de quimioterapia (Gliadel), imunoterapia, imunotoxinas ou terapia gênica administrada diretamente no leito tumoral, braquiterapia ou radiocirurgia. Estas modalidades de terapia agem promovendo inflamação ou aumento de permeabilidade microvascular no tumor residual ou sítio tumoral e isto traduz-se em áreas de captação de contraste na imagem. Embora não exista uma técnica de imagem consagrada para diferenciar progressão real de pseudo-progressão, recomenda-se a RNM com espectroscopia e a PET. A dúvida pode necessitar de nova biópsia cirúrgica para confirmação histológica.
5) Deve ser feita uma análise retrospectiva da progressão de doença. Quando houver dúvida entre progressão e pseudoprogressão, imagens seriadas devem ser obtidas. Imagens residuais ou novas que não persistem ou não progridem e não se correlacionam com piora clínica podem ser consideradas, a posteriori, pseudoprogressão. Imagens que progridem e correlacionam-se com piora clínica são verdadeiras progressões. Imagens dúbias devem ser consideradas indeterminadas até que a evolução das imagens e da clínica confirmem o status - se confirmar-se progressão, a data de progressão deve ser referida de maneira retrospectiva como aquela da primeira imagem indeterminada.

Estas recomendação são, obviamente, voltadas para a realização de futuros ensaios clínicos. No entanto, uma vez que novos ensaios usem tais critérios para determinar resposta terapêutica, sua aplicação clínica será inevitável, a fim de utilizar-se novas terapias validadas com tais critérios.
Além destas recomendações, o grupo sugere que, para ensaios clínicos, a melhor forma de avaliação de resposta seja a revisão central independente e cega. Uma vez que os resultados de tal avaliação serão usados para determinar a melhor terapia dos pacientes de um ensaio clínico, serão necessárias instalações que permitam a avaliação digital rápida destas imagens. Além disso, o grupo sugere que a melhor avaliação de imagem seja a análise volumétrica semi-automática, o que vai exigir a presença de softwares e pessoal especializado com know-how para realizar rotineiramente tais medições. Por último, o grupo sugere que a avaliação do volume tumoral residual absoluto substitua o tamanho relativo na determinação da extensão da ressecção. Ou seja, ao invés de considerar a ressecção de 90-95% do tumor inicial, considerar se o tumor residual é maior ou menor que um volume de referência (por exemplo, 1 cm3).

Trabalho disponível aqui: http://bit.ly/psOfZ3
Do mesmo grupo, sobre gliomas de baixo grau (Lancet):  http://bit.ly/qJl9tC
Do mesmo grupo, sobre gliomas de alto grau (Clinical Neuroradiology): http://bit.ly/rbjz0x
Do mesmo grupo, sobre o desenvolvimento dos critérios RANO (JCO): http://bit.ly/o1t1Vq

sábado, 20 de agosto de 2011

Redes sociais de quarentena

O Conselho Federal de Medicina publicou nova resolução que regulamenta o uso publicitário da internet, blogs e redes sociais para divulgação do trabalho médico. Segundo o CFM, “além de detalhamentos, a nova resolução se diferencia da anterior por proibir expressamente ao médico a oferta de consultoria a pacientes e familiares em substituição à consulta médica presencial. Esta proibição se aplica, por exemplo, aos serviços de assessoria médica realizados pela Internet ou por telefone”. A resolução traz regras específicas sobre como um médico tem de se portar em redes sociais, blogs e microblogs. Nesses casos, o profissional não pode divulgar o endereço e telefone de sua clínica. De forma geral, os médicos ficam proibidos de anunciarem uma pós-graduação em área diferente daquela em que fizeram sua especialização acadêmica. O profissional precisa, por exemplo, evitar o sensionalismo e a autopromoção, ficando proibido de divulgar, mesmo em entrevistas, seus contatos (das agências).
Leia a reportagem completa no O POVO:

O POVO Online - Tendências - Redes sociais de quarentena

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Introdução da dieta na diarréia aguda da infância

Uma das doenças mais frequentes e de maior morbi-mortalidade em crianças de países e regiões em desenvolvimento é a diarréia aguda. Ela é responsável por uma proporção muito importante da mortalidade infantil no mundo inteiro. Apesar de existirem recomendações sobre o manejo da diarréia aguda publicadas pela OMS, pela OPAS (Organização Pan-Americana de Saúde) e pelo Ministério da Saúde do Brasil, até hoje nenhuma evidência objetiva define o papel da dieta na criança com esta patologia. Enquanto há alguns anos atrás era comum a pausa alimentar, hoje em dia esta pausa não é recomendada ou é apenas parcial (dieta leve ou branda). Uma nova metanálise publicada pela Cochrane Library mostrou, pela primeira vez, que a introdução precoce de dieta em crianças com diarréia aguda não complicada não está associada com aumento de nenhum risco. Para ler o artigo completo: http://bit.ly/q1VRhX

Novel immunotherapy has potent antitumor effect

It has been highly publicized in media in the past days: 3 patients with an advanced and refractory type of leukemia have been cured by a new immune treatment. What are the science facts behind these news? A group of scientists from University of Pennsylvania, Philadelphia, have managed to develop a new kind of therapy using modified immune cells - an immunotherapy. They created genetically engineered T lymphocytes that express the so-called chimeric antigen receptors (CAR). Cells carrying CAR aimed at an specific target - the CD19 molecule - and modelled as so they receive the appropriate input from other immune cells have shown the ability to localize in the bone marrow and multiply to a huge proportion (over 1000 times). Each gene-modified cell was calculated to eradicate 1000 or more cancer cells. Three patients were treated with these cells in a pilot phase I study and showed a remarkable recovery. Two patients went into complete remission - there is no detectable cancer in their blood or bone marrow. Time will say if they are really cured or if the disease will grow again after the "killer" cells fade away. This new kind of immunotherapy carries a promise of becoming a cornerstone in the treatment of cancer. Read the complete paper in Science Translational Medicine: http://bit.ly/r6w9EY

Glutamine will not save you from mucositis

Glutamine solutions are often used for mucositis prevention in patients after stem-cell transplantation. A novel study has shown, however, that glutamine enriched parenteral nutrition did not affect mucosal morbidity or complicatiuons in kids that had undergone allogeneic hematopoietic stem-cell transplantation (HSCT) for malignant hematological diseases. The italian study, held in Monza, randomly assigned patients after HSCT to receive parenteral nutrition with or without glutamine supplementation. The outcome was measured accordingly to WHO standards and analyses followed intention-to-treat. Mucositis, a highly prevalent complication after HSCT, occurred in over 90% of patients, irrespective if they received or not glutamine. The study was published recently in Transplantation: http://bit.ly/obz5x9

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Propranolol é eficaz e seguro para hemangiomas - provado por novo estudo

O mais novo estudo sobre o uso de propranolol para o tratamento de hemangiomas infantis foi publicado online no portal do jornal Pediatrics, da American Academy of Pediatrics. Marcia Hogelling, Susan Adams e Orli Wargon, do Sydney Children's Hospital na Australia, trataram 40 crianças entre 9 semanas e 5 anos de idade, com hemangiomas faciais ou em outros locais desfigurantes. Os pacientes foram aleatoriamente divididos em 2 grupos, um recebeu propranolol 2 mg/kg/dia em 3 doses e o outro recebeu placebo. As avaliações foram feitas por profissionais que desconheciam o tratamento que o paciente fazia e os responsáveis dos pacientes também não sabiam a que grupo seus filhos pertenciam. Os resultados mostraram inequivocamente que o propranolol é altamente eficaz para o tratamento de hemangiomas infantis, além de seguro (nenhum paciente teve que interromper o tratamento por efeitos colaterais). Além de ser o primeiro estudo duplo cego randomizado sobre o uso de propranolol em crianças com hemangiomas, é também o primeiro estudo dessa natureza jamais feito em crianças com esta doença. O fármaco antes usado como primeira escolha para o tratamento de hemangiomas infantis - a prednisona - nunca foi alvo de um estudo destes, o mais próximo foi um estudo randomizado comparando corticóides orais e endovenosos, sem controle não tratado. O cegamento, nestas circunstâncias, é muito prejudicado. Nenhum outro estudo com crianças com hemangioma foi duplo cego. Apesar do estudo ter limitações que os próprios autores apontam, torna-se automaticamente a melhor evidência científica sobre o assunto. O tratamento dos hemangiomas infantis com propranolol pode ser amplamente adotado como primeira escolha. Leia o artigo aqui: http://bit.ly/nGqhHu

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